Quem se deslocou sábado passado ao pavilhão Gimnodesportivo de Vilarinho do Bairro assistiu a um jogo bom jogo de futsal entre o 7º e o 1º classificado da 1ª divisão distrital da AFA. A equipa de Ossela, fazendo valer a sua condição de líder, entrou disposta a comandar o jogo e logo no primeiro minuto inaugurou o marcador, através de um remate dos 12 metros protagonizado pelo seu fixo, que aproveitou muito bem uma falha de marcação na zona central por parte do nosso pivot Rafael. O golo sofrido nos instantes iniciais da partida afectou um pouco a concentração defensiva da minha equipa, que demorou algum tempo a “encaixar” no bem estruturado sistema ofensivo do Ossela. Aos 6´30, numa altura em que começávamos a assumir o jogo, sofremos o segundo golo, num contra-ataque onde o nº 77 de Ossela conseguiu libertar-se da marcação do Fontes e não desperdiçou o lance isolado.
Em desvantagem de dois golos, fomos obrigados a alterar a estratégia montada para este encontro. No entanto, estávamos conhecedores de que a equipa de Ossela se dava bastante bem em jogos abertos, e que a diferença de ritmo entre as duas equipas poderia ser-nos fatal. Optámos então por uma ligeira subida da nossa primeira linha defensiva que, aliada a uma maior agressividade na abordagem aos lances, empurrou-nos para uma segunda metade da primeira parte de grande nível, muito próxima daquilo que vi esta equipa fazer na sua melhor fase da época, em Dezembro de 2009. Aos 14 minutos já tínhamos empatado a partida e desperdiçado várias oportunidades de golo, uma delas incrivelmente esbanjada pelo Danone a escassos centímetros da linha de golo. Era possível observar algum desnorte na equipa visitante. Decidimos então arriscar subindo ainda mais as nossas linhas defensivas, com a aproximação do intervalo o esforço dispensado poderia ser recuperado. A reviravolta no marcador surgiu então aos 18 minutos da primeira parte. A equipa de Ossela tentava reagir, apostando nesta fase um pouco mais nos lances individuais. Foi precisamente num desses lances que conquistou um livre em posição lateral que acabou por converter em golo, a 15 segundos do intervalo, num lance onde o mau posicionamento e a desconcentração dos meus jogadores foi determinante.
Fomos para intervalo empatados a 3 golos. Tentámos corrigir algumas situações, nomeadamente os posicionamentos defensivos nos livres junto à nossa baliza que, apesar dos poucos treinos realizados, até temos trabalhado em algumas ocasiões esta temporada.
Para a segunda parte voltámos novamente mais recuados no terreno mas, desta vez, não nos deixámos surpreender. A iniciativa do jogo era então repartida por ambas as equipas que, notoriamente, estavam longe de se acomodar ao empate. O jogo desenrolava-se a um ritmo algo elevado mas senti que a minha equipa estava a ser mais perigosa, controlando as acções ofensivas do Ossela e não permitindo aquilo que mais temíamos no nosso adversário: as suas rápidas transições defesa-ataque.
À passagem do minuto 7 adiantámo-nos novamente no marcador. Em desvantagem, o Ossela arriscou um pouco mais. A excelente atitude defensiva da minha equipa esteve então na origem de sucessivos contra-ataques que desperdiçámos escandalosamente. Situações de 2:1, 3:1 e 1:0 acabaram ora na trave, ora ao lado da baliza ora nas mãos ou no corpo do GR adversário. Mais uma vez estivemos francamente mal no capítulo da finalização. Como não marcámos, o Ossela foi acreditando e nos últimos minutos do encontro empurrou-nos para a nossa área, tendo mesmo enviado a bola ao poste da nossa baliza por duas vezes no mesmo lance. A 9 segundos do final do encontro conquistaram um livre a cerca de 10 metros da nossa baliza, mas descaído para a zona lateral, a pouco mais de um metro da linha lateral. Apesar das correcções efectuadas ao intervalo, voltámos a não cumprir os posicionamentos adequados, de tal forma que a bola foi rematada directamente à nossa baliza!
Foi pena termos sofrido dois golos a escassos segundos do final das duas partes, numa altura em que os níveis de concentração baixam por força do cansaço e o controlo emocional é mais difícil de alcançar. No meu entender, foi apenas por isso que não voltámos a vencer aquela que muitos consideram ser a melhor equipa do campeonato.
Se na primeira volta considerei a nossa vitória inquestionável, creio que sábado passado, os meus jogadores provaram definitivamente aos numerosos adeptos de Ossela que se deslocaram ao nosso pavilhão, que o que se passou na primeira volta não foi fruto do acaso. Gostaria ainda de deixar registada a seguinte mensagem a todos os dirigentes desportivos e a quem ainda tinha dúvidas: “a motivação é um elemento essencial para o sucesso desportivo”.
Em desvantagem de dois golos, fomos obrigados a alterar a estratégia montada para este encontro. No entanto, estávamos conhecedores de que a equipa de Ossela se dava bastante bem em jogos abertos, e que a diferença de ritmo entre as duas equipas poderia ser-nos fatal. Optámos então por uma ligeira subida da nossa primeira linha defensiva que, aliada a uma maior agressividade na abordagem aos lances, empurrou-nos para uma segunda metade da primeira parte de grande nível, muito próxima daquilo que vi esta equipa fazer na sua melhor fase da época, em Dezembro de 2009. Aos 14 minutos já tínhamos empatado a partida e desperdiçado várias oportunidades de golo, uma delas incrivelmente esbanjada pelo Danone a escassos centímetros da linha de golo. Era possível observar algum desnorte na equipa visitante. Decidimos então arriscar subindo ainda mais as nossas linhas defensivas, com a aproximação do intervalo o esforço dispensado poderia ser recuperado. A reviravolta no marcador surgiu então aos 18 minutos da primeira parte. A equipa de Ossela tentava reagir, apostando nesta fase um pouco mais nos lances individuais. Foi precisamente num desses lances que conquistou um livre em posição lateral que acabou por converter em golo, a 15 segundos do intervalo, num lance onde o mau posicionamento e a desconcentração dos meus jogadores foi determinante.
Fomos para intervalo empatados a 3 golos. Tentámos corrigir algumas situações, nomeadamente os posicionamentos defensivos nos livres junto à nossa baliza que, apesar dos poucos treinos realizados, até temos trabalhado em algumas ocasiões esta temporada.
Para a segunda parte voltámos novamente mais recuados no terreno mas, desta vez, não nos deixámos surpreender. A iniciativa do jogo era então repartida por ambas as equipas que, notoriamente, estavam longe de se acomodar ao empate. O jogo desenrolava-se a um ritmo algo elevado mas senti que a minha equipa estava a ser mais perigosa, controlando as acções ofensivas do Ossela e não permitindo aquilo que mais temíamos no nosso adversário: as suas rápidas transições defesa-ataque.
À passagem do minuto 7 adiantámo-nos novamente no marcador. Em desvantagem, o Ossela arriscou um pouco mais. A excelente atitude defensiva da minha equipa esteve então na origem de sucessivos contra-ataques que desperdiçámos escandalosamente. Situações de 2:1, 3:1 e 1:0 acabaram ora na trave, ora ao lado da baliza ora nas mãos ou no corpo do GR adversário. Mais uma vez estivemos francamente mal no capítulo da finalização. Como não marcámos, o Ossela foi acreditando e nos últimos minutos do encontro empurrou-nos para a nossa área, tendo mesmo enviado a bola ao poste da nossa baliza por duas vezes no mesmo lance. A 9 segundos do final do encontro conquistaram um livre a cerca de 10 metros da nossa baliza, mas descaído para a zona lateral, a pouco mais de um metro da linha lateral. Apesar das correcções efectuadas ao intervalo, voltámos a não cumprir os posicionamentos adequados, de tal forma que a bola foi rematada directamente à nossa baliza!
Foi pena termos sofrido dois golos a escassos segundos do final das duas partes, numa altura em que os níveis de concentração baixam por força do cansaço e o controlo emocional é mais difícil de alcançar. No meu entender, foi apenas por isso que não voltámos a vencer aquela que muitos consideram ser a melhor equipa do campeonato.
Se na primeira volta considerei a nossa vitória inquestionável, creio que sábado passado, os meus jogadores provaram definitivamente aos numerosos adeptos de Ossela que se deslocaram ao nosso pavilhão, que o que se passou na primeira volta não foi fruto do acaso. Gostaria ainda de deixar registada a seguinte mensagem a todos os dirigentes desportivos e a quem ainda tinha dúvidas: “a motivação é um elemento essencial para o sucesso desportivo”.
Aos meus jogadores, deixo aqui um especial agradecimento pela entrega que tiveram ao jogo e pelo trabalho realizado durante a preparação deste encontro. Esta semana regressamos a um treino semanal...
Finalmente, e sem querer entrar em controvérsias, uma vez que o Jorge Garrido, treinador do Ossela, decidiu abordar esta questão publicamente no blog da sua equipa, vejo-me na obrigação de tornar públicas as razões da minha decisão de não autorizar a filmagem do jogo, tal como o fiz pessoalmente ao próprio Jorge Garrido no final da partida.
Em primeiro lugar, considero que uma das principais vantagens competitivas das minhas equipas passa pela execução de lances estudados, sejam eles de bola parada ou corrida. Com melhores ou piores resultados, é algo que eu considero importante para a evolução dos meus jogadores, tanto no domínio táctico como no domínio comportamental.
No meu entender, a filmagem do jogo iria apenas implicar a transferência dessa vantagem para o treinador do Ossela e para as suas equipas. Na verdade, já por uma vez permiti que um treinador filmasse um dos nossos jogos em Vilarinho do Bairro, até porque não disputávamos nesse ano a mesma competição. Por coincidência, nessa época encontrámo-nos para a taça e foi evidente que o trabalho de casa foi bem efectuado por parte desse treinador. Já esta época, o mesmo treinador, ainda que ao serviço de outro clube, voltou a defrontar a minha equipa. Mais uma vez, durante todo o jogo, não conseguimos efectuar com sucesso nenhum lance estudado, algo que raramente aconteceu nos jogos por nós realizados ao longo destes dois últimos anos.
Infelizmente, ao nível distrital e sobretudo em Vilarinho do Bairro, não dispomos de muitos treinos semanais para alterar os lances estudados com a frequência desejada. Pessoalmente, e mais uma vez ao nível distrital, não vejo em que é que a filmagem dos jogos possa ser assim tão benéfico para a evolução da modalidade, até porque as imagens dos encontros não são devidamente divulgadas. Considero sim, que os treinadores que se interessam pela modalidade devem recorrer a uma ferramenta essencial para a sua própria evolução à qual chamamos “scout técnico-táctico”, recorrendo aos mais diversos modelos de observação disponíveis na literatura. É isso que eu faço, sempre que a minha principal actividade profissional e a minha vida pessoal o permitem. Por outro lado, para aprofundar o conhecimento sobre a sua própria equipa no geral e os seus jogadores em particular, existe outra ferramenta que raramente vejo ser utilizada nas distritais, mesmo em equipas que disputam a subida aos nacionais: a estatística do jogo.
Para mim, o Ossela-ARCVB começou na 3ª jornada, em Outubro de 2009, no dia em que o Ossela se deslocou à Mealhada para defrontar a equipa local, e acabou este sábado no encontro da 2ª volta. Não vou precisar das imagens para me recordar deste ou do primeiro encontro entre as duas equipas, o mais importante ficou em papel. Não entrando em pormenores, vejamos por exemplo o que se passou com a minha equipa neste último jogo:
- 128 acções defensivas, o melhor desempenho da época, 75% em cortes e 25% em recuperações. Os fixos P. Fontes e C. Pestana protagonizaram 50% dos cortes, os alas foram responsáveis por 60% das recuperações (1/3 delas efectuadas pelo Simão) e os pivots por 25%, o que revela o bom desempenho defensivo das nossas primeiras linhas neste jogo. A nível individual, destaco ainda a melhor actuação defensiva da época em termos estatísticos para o Samuel, com 13 acções defensivas, bem sustentadas por apenas duas perdas de bola. O Rafael, apesar de estar ligado aos dois primeiros golos do Ossela, efectuou uma actuação esforçada e interrompeu 14 ataques do adversário. O Danone, como é hábito, efectuou um número bastante razoável de cortes (10), mas apenas recuperou 3 bolas, todas elas na primeira parte enquanto actuava como ala, uma dessas recuperações deu origem ao nosso segundo golo.
- 55 perdas de bola, um número demasiado elevado comparando com a média da época, mais de 55% em passes errados (muitos deles na parte final da segunda parte), 25% em dribles falhados e 20% em más recepções. Neste capítulo, dada a preponderância que ele assume nas movimentações da equipa, o Simão foi mais uma vez o jogador com o pior desempenho, ainda que tenha obtido números inferiores aos habituais.
- 22 acções ofensivas finalizadas, com uma eficácia de apenas 18%. Destaque para o Danone com 7 remates mas 0% de eficácia; o Simão com uma assistência para golo, 8 remates e 37,5% de eficácia; e para o Nuno Pestana que efectuou uma assistência para golo e marcou na única vez que rematou à baliza.
- O Rodrigo, efectuou uma saída, duas defesas de 1:0 (em posição lateral) e 15 defesas a remates (6 na primeira parte e 9 na segunda). Sofreu 4 golos, o primeiro em posição frontal, o segundo em situação de 1:0 descaído sobre a sua esquerda, o terceiro após remate em posição frontal desviado ao 2º poste, e o último de livre directo em posição lateral.
- Sofremos 3 faltas e cometemos 8 (4 em cada parte), quatro delas cometidas pelo Carlos. Não foram mostrados cartões.
Repitam este tipo de abordagem, ponderem tudo isto com os minutos realizados em campo por cada jogador e cruzem com as presenças em campo nos momentos dos golos sofridos e marcados, verão que, ao fim de alguns jogos, têm uma fotografia ou mesmo um raio x da vossa equipa. Analisem também a evolução de cada jogador ao longo da época, não vão precisar de imagens.
O scout e a estatística não ganham jogos, por vezes ajudam, nem que seja a enriquecer-nos. Talvez este tipo de trabalho seja mais importante para a evolução da modalidade, a começar pelas distritais.
Finalmente, e sem querer entrar em controvérsias, uma vez que o Jorge Garrido, treinador do Ossela, decidiu abordar esta questão publicamente no blog da sua equipa, vejo-me na obrigação de tornar públicas as razões da minha decisão de não autorizar a filmagem do jogo, tal como o fiz pessoalmente ao próprio Jorge Garrido no final da partida.
Em primeiro lugar, considero que uma das principais vantagens competitivas das minhas equipas passa pela execução de lances estudados, sejam eles de bola parada ou corrida. Com melhores ou piores resultados, é algo que eu considero importante para a evolução dos meus jogadores, tanto no domínio táctico como no domínio comportamental.
No meu entender, a filmagem do jogo iria apenas implicar a transferência dessa vantagem para o treinador do Ossela e para as suas equipas. Na verdade, já por uma vez permiti que um treinador filmasse um dos nossos jogos em Vilarinho do Bairro, até porque não disputávamos nesse ano a mesma competição. Por coincidência, nessa época encontrámo-nos para a taça e foi evidente que o trabalho de casa foi bem efectuado por parte desse treinador. Já esta época, o mesmo treinador, ainda que ao serviço de outro clube, voltou a defrontar a minha equipa. Mais uma vez, durante todo o jogo, não conseguimos efectuar com sucesso nenhum lance estudado, algo que raramente aconteceu nos jogos por nós realizados ao longo destes dois últimos anos.
Infelizmente, ao nível distrital e sobretudo em Vilarinho do Bairro, não dispomos de muitos treinos semanais para alterar os lances estudados com a frequência desejada. Pessoalmente, e mais uma vez ao nível distrital, não vejo em que é que a filmagem dos jogos possa ser assim tão benéfico para a evolução da modalidade, até porque as imagens dos encontros não são devidamente divulgadas. Considero sim, que os treinadores que se interessam pela modalidade devem recorrer a uma ferramenta essencial para a sua própria evolução à qual chamamos “scout técnico-táctico”, recorrendo aos mais diversos modelos de observação disponíveis na literatura. É isso que eu faço, sempre que a minha principal actividade profissional e a minha vida pessoal o permitem. Por outro lado, para aprofundar o conhecimento sobre a sua própria equipa no geral e os seus jogadores em particular, existe outra ferramenta que raramente vejo ser utilizada nas distritais, mesmo em equipas que disputam a subida aos nacionais: a estatística do jogo.
Para mim, o Ossela-ARCVB começou na 3ª jornada, em Outubro de 2009, no dia em que o Ossela se deslocou à Mealhada para defrontar a equipa local, e acabou este sábado no encontro da 2ª volta. Não vou precisar das imagens para me recordar deste ou do primeiro encontro entre as duas equipas, o mais importante ficou em papel. Não entrando em pormenores, vejamos por exemplo o que se passou com a minha equipa neste último jogo:
- 128 acções defensivas, o melhor desempenho da época, 75% em cortes e 25% em recuperações. Os fixos P. Fontes e C. Pestana protagonizaram 50% dos cortes, os alas foram responsáveis por 60% das recuperações (1/3 delas efectuadas pelo Simão) e os pivots por 25%, o que revela o bom desempenho defensivo das nossas primeiras linhas neste jogo. A nível individual, destaco ainda a melhor actuação defensiva da época em termos estatísticos para o Samuel, com 13 acções defensivas, bem sustentadas por apenas duas perdas de bola. O Rafael, apesar de estar ligado aos dois primeiros golos do Ossela, efectuou uma actuação esforçada e interrompeu 14 ataques do adversário. O Danone, como é hábito, efectuou um número bastante razoável de cortes (10), mas apenas recuperou 3 bolas, todas elas na primeira parte enquanto actuava como ala, uma dessas recuperações deu origem ao nosso segundo golo.
- 55 perdas de bola, um número demasiado elevado comparando com a média da época, mais de 55% em passes errados (muitos deles na parte final da segunda parte), 25% em dribles falhados e 20% em más recepções. Neste capítulo, dada a preponderância que ele assume nas movimentações da equipa, o Simão foi mais uma vez o jogador com o pior desempenho, ainda que tenha obtido números inferiores aos habituais.
- 22 acções ofensivas finalizadas, com uma eficácia de apenas 18%. Destaque para o Danone com 7 remates mas 0% de eficácia; o Simão com uma assistência para golo, 8 remates e 37,5% de eficácia; e para o Nuno Pestana que efectuou uma assistência para golo e marcou na única vez que rematou à baliza.
- O Rodrigo, efectuou uma saída, duas defesas de 1:0 (em posição lateral) e 15 defesas a remates (6 na primeira parte e 9 na segunda). Sofreu 4 golos, o primeiro em posição frontal, o segundo em situação de 1:0 descaído sobre a sua esquerda, o terceiro após remate em posição frontal desviado ao 2º poste, e o último de livre directo em posição lateral.
- Sofremos 3 faltas e cometemos 8 (4 em cada parte), quatro delas cometidas pelo Carlos. Não foram mostrados cartões.
Repitam este tipo de abordagem, ponderem tudo isto com os minutos realizados em campo por cada jogador e cruzem com as presenças em campo nos momentos dos golos sofridos e marcados, verão que, ao fim de alguns jogos, têm uma fotografia ou mesmo um raio x da vossa equipa. Analisem também a evolução de cada jogador ao longo da época, não vão precisar de imagens.
O scout e a estatística não ganham jogos, por vezes ajudam, nem que seja a enriquecer-nos. Talvez este tipo de trabalho seja mais importante para a evolução da modalidade, a começar pelas distritais.
Cinco inicial: Rodrigo (GR); Fontes (Cap.); Simão; Danone e Rafael.
Jogaram ainda; N. Pestana; Samuel; Ruivo e C. Pestana
Não utilizados: Leandro (GR Junior) e Cepo (Junior)
Marcadores: Simão (3) e N. Pestana
Ah! Só para finalizar, a estatística ajuda ainda a eliminar possíveis erros quando queremos comentar os jogos nos blogs das nossas equipas, como por exemplo os minutos dos golos e os resultados ao intervalo...
Caro Rui,
ResponderEliminarNo essencial sobre as ferramentas de trabalho “scout e a estatística”, não podia estar mais em acordo com essa filosofia de trabalho. Voltando á questão do registo vídeo das imagens do jogo, certamente concordarás que será uma forma bem mais fiável e completa para a recolha desses mesmos dados ou “inputs”, dependendo da forma como depois são tratados, proceder a partir do visionamento tranquilo do vídeo do jogo. Quanto a tua postura de alguma prudência e receio em passar para os treinadores adversários, através da filmagem dos jogos da tua equipa, as movimentações e os lances estudados, que preconizadas para o teu processo ofensivo, mais uma vez respeito essa abordagem, mas deixa-me que te diga que na minha perspectiva não me preocupa minimamente, ao ponto de por exemplo, permitir que os responsáveis do blogue que acompanham o clube, que exibam integralmente na rubrica “OSSELA TV”, todos os nossos jogos que são filmados. Por isso se o resultado ao intervalo era de um empate 3-3 e não 2-2, e se os golos foram ao minuto “x” e não “y”, para a minha missão essa imprecisão é acessória, até porque esse tipo de registos básicos existem efectivamente em papel, nosso procedimento habitual em todos os jogos. Fundamental e relevante foi para mim ter perdido a liderança do campeonato, com a perda de 2 pontos no nosso jogo, agora espero e apelo ao brio e coerência dos vossos princípios, que realizem uma preparação semelhante para o jogo que ainda tem que realizar contra o actual líder do campeonato, o ACR Vale de Cambra. Fica á tua consideração.
Cumprimentos, e continuação do excelente trabalho que aí tens realizado.
Jorge,
ResponderEliminarPara além do jogo que disputámos no sábado passado, pessoalmente, existem mais dois jogos que gostaria de poder preparar de forma um pouco mais "cuidada". São precisamente os 2 últimos jogos do campeonato. Barrô, pela derrota pesada sofrida na 1ª volta e por ser o último derby bairradino que disputaremos, assim como o ACR, evidentemente pela qualidade e prestígio que eles têm. Mas isso depende apenas da vontade dos jogadores. Neste momento, nem eu nem ninguém está em condições de poder exigir-lhes o que quer que seja. No entanto, creio que vocês não deverão ter razões para se preocuparem com esse tipo de questões, muito provavelmente o campeonato já deverá estar decidido à entrada para a última jornada. Caso isso não aconteça, com a melhor ou pior preparação, certamente que iremos tentar vencer esse jogo, creio que toda a gente gostará de acabar a época, ou até mais do que a época, com uma vitória.
Um abraço e boa sorte para o resto do campeonato.