terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Serpinense 2 - CF Santa Clara 2 (11ª Jornada)

Longe de ter realizado o seu melhor jogo, a minha equipa foi, no entanto, claramente superior ao seu adversário. Porém, não conseguiu transformar em golos as diversas oportunidades que foi criando. A equipa local contou com um guarda-redes em noite inspirada e foi aguentando a desvantagem mínima até ao final da partida. Mais uma vez fomos sobrecarregados com faltas, o que nos impossibilitou de manter os níveis de intensidade defensiva nos minutos finais. O Serpins aproveitou essa fase para, finalmente, ter um pouco mais a bola, e empatou a partida num lance confuso no interior da nossa área, a 3´30 do final do jogo. Apesar do pressing final, fomos incapazes de voltar a ganhar vantagem. O futsal é isto, se por vezes a sorte já nos sorriu esta temporada, desta vez fomos bastante infelizes em Serpins.

Cinco inicial: Sérgio (GR), André Madeira, Ardidas (Cap), Paulo Rodrigues e Tomé.
Suplentes: Afonso (GR), João Moura, Filipe Sousa, Pessoa, Búzio, João Amado e Rafael Teixeira.
Marcadores: Pessoa e Paulo Rodrigues
Assistências para golo: João Moura e Ardidas.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CF Santa Clara 4 – Lagonense 2 (10ª Jornada)


Vitória sobre um adversário que lutou muito e que durante toda a partida foi perigoso para a nossa baliza. No entanto, neste jogo batemos o nosso record de remates à baliza adversária, precisamente 61 remates, mas com uma eficácia bastante baixa, apenas 7%. Desta vez quem regressou aos golos foi o Rafael que já não marcava desde a 3ª jornada. Para a semana fechamos a primeira volta do campeonato com uma complicada deslocação a Serpins.


Cinco inicial: Afonso (GR), João Teixeira, André Madeira, João Amado e Paulo Rodrigues.
Suplentes: Sergio (GR), Ardidas (Cap.), Búzio, Pedro Teixeira, Pessoa, Rafael Teixeira e Catorze.
Marcadores: Búzio, Rafael Teixeira, Autogolo e André Madeira.

Assistências para golo: Paulo Rodrigues.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

CF Santa Clara 4 – Prodeco 3 (9ª Jornada)

Nesta jornada recebíamos em casa a equipa da Prodeco que ocupava, juntamente com o União Alhadense, o segundo lugar da classificação, a 4 pontos de distância da nossa equipa. A Prodeco é talvez a única equipa do nosso campeonato que tem assumido, para esta época, o objectivo de subida de divisão. Como tal, prevíamos um jogo extremamente difícil e, foi sem dúvidas isso mesmo que aconteceu.
Começámos a preparar este jogo há algumas semanas atrás, com uma observação ao adversário efectuada pelo Luís Nuno, a quem eu deixo aqui os meus agradecimentos pela trabalho efectuado. Com base nos dados por ele recolhidos, planeámos a semana de treinos por forma a preparar a equipa para o que ela poderia vir a encontrar, tanto ao nível de modelo de jogo como a nível de lances estudados.
Entrámos bem no jogo, com um cinco inicial composto na sua maioria por jogadores habituados a este tipo de confrontos do “topo da tabela”. No entanto, com o passar dos minutos, fomos acumulando algumas faltas, muitas delas desnecessárias. Aos 8 minutos de jogo o árbitro apitou a nossa 5ª falta, o que acabou por condicionar toda a restante 1ª parte do encontro. Fomos obrigados a recuar e conceder a iniciativa do jogo à Prodeco, que aproveitou a ausência de pressão para construir alguns lances perigosos. Nessa fase, por forma a não “partirmos” o jogo e para evitar situações onde teríamos que recorrer à falta, optámos quase sempre por transições em segurança, o que acabou por adormecer um pouco a partida. Foi um momento importante e conseguimos levar o nulo para o intervalo com apenas 4 remates efectuados à baliza adversária, e sofrendo apenas 6 remates à nossa baliza, sendo que 4 deles foram para fora.
Na segunda parte entrámos novamente pressionantes e marcámos cedo, aos 55 segundos, após uma transição ofensiva muito bem efectuada pelo Madeira, que beneficiou de um excelente movimento sem bola do Paulo Rodrigues para percorrer 20 metros e oferecer o golo ao seu companheiro ao 2º poste. A Prodeco respondeu logo de seguida com um remate de longe, aos 2´05 minutos, tendo a bola entrado ao 2º poste com alguma infelicidade para o Sergio.
O jogo estava mais aberto, mas foi em mais um remate de longe que a Prodeco conseguiu dar a volta ao resultado, sendo que, desta vez, a bola foi ainda desviada para a nossa baliza junto ao 2º poste. Estavam decorridos 6 minutos da 2ª parte e estávamos pela 1ª vez em desvantagem. A situação agravou-se aos 7´30 minutos quando a Prodeco marcou o terceiro golo, na sequência de uma transição ofensiva, à qual o Sérgio ainda se opôs na 1ª instância, mas não foi capaz de evitar a recarga em “bicicleta”.
Subimos ainda mais as nossas linhas defensivas, o que viria a causar algum incómodo junto do nosso adversário, que começou a acumular alguns erros. Aos 12´30 minutos reduzimos para 2-3, no melhor lance do desafio, protagonizado pelo Rafael, Paulo e Pedro, em pleno momento de organização ofensiva, com uma excelente triangulação bem finalizada pelo Pedro. A partir daí empurrámos defenitivamente o nosso adversário para a sua retaguarda. A Prodeco perdia frescura e sentíamos que poderíamos empatar a partida. Tal viria a acontecer a 5 minutos do final da partida, em lance individual do Paulo Rodrigues. No entanto, mais uma vez, atingimos a 5ª falta, o que nos obrigou a retirar alguma intensidade defensiva, permitindo ao nosso adversário respirar e pensar o seu jogo. No entanto, a equipa acreditou até ao final e foi premiada a escassos 5 segundos do final da partida com a obtenção do golo da vitória, na sequência de uma reposição lateral. Foi um momento bonito onde contei com a lucidez do meu adjunto Zé Luís, que me alertou para o facto do Ardidas não se encontrar no local correcto no momento da marcação do fora. Com a rectificação, o nosso capitão desviou-se para o 2º poste e acabou por encostar a bola para o fundo da baliza, a passe do Pedro Teixeira.
Vitória suada, num jogo disputado e difícil de arbitrar dada a intensidade e emotividade que se foi criando ao longo do encontro. Pensei que para este jogo a AFC optasse por nomear uma dupla mais experiente, no entanto, dadas as circunstâncias do desafio, considero que a equipa de arbitragem segurou bem o jogo e acabou por fazer uma arbitragem com nota positiva.
Duas notas finais, em primeiro lugar para o regresso aos golos do Paulo Rodrigues que não marcava desde a 2ª jornada, algo que o andava a incomodar e que todos nós sabíamos ser algo de passageiro. Depois para o nosso adversário que foi um digno vencido. Durante toda a 1ª parte foi uma equipa bem organizada, fiel ao seu modelo de jogo, tendo-lhe faltado, na minha opinião, condição física e consequentemente concentração para segurar uma vantagem de 2 golos.

Cinco inicial: Sérgio (GR), André Madeira, Tomé, João Teixeira e Paulo Rodrigues.
Suplentes: Afonso (GR), Ardidas (Cap.), Pedro Teixeira, Luís Nuno, Rafael Teixeira, João Amado e Búzio.

Marcadores: Paulo Rodrigues (2), Pedro Teixeira e Ardidas.
Assistências para golo: Paulo Rodrigues, André Madeira e Pedro Teixeira.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Chelo 1 – CF Santa Clara 2 (8ª Jornada)

Vitória sofrida contra uma equipa bem organizada que disputou o jogo até ao último segundo.

Cinco inicial: Sérgio (GR), André Madeira, Tomé, João Teixeira e Búzio.
Suplentes: Afonso (GR), Pedro Teixeira, Rui Gouveia, Rafael Teixeira, Pessoa, Catorze (Cap.) e Paulo Rodrigues.

Marcadores: Pedro Teixeira e Tomé
Assistências para golo: Paulo Rodrigues e Rafael Teixeira

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CF Santa Clara 3 – U. Alhadense 2 (7ª Jornada)

Neste jogo defrontavam-se os 2º e 3º classificados, em Santa Clara. A história recente dava vantagem à nossa equipa que, na época anterior, bateu o União por duas vezes para a taça, com vitórias por números esclarecedores. Como tal, entrámos com um cinco inicial bastante diferente do usual. Assentava essencialmente em jogadores que participaram nessas vitórias anteriores e que, por lógica, apesar de saberem da importância do embate, deveriam apresentar níveis de confiança superiores a alguns dos seus colegas. Esperávamos um adversário mais pressionante, no entanto, durante toda a 1ª parte, o U. Alhadense jogou bastante recuado, claramente na expectativa, espreitando o nosso erro. A minha equipa entrou confiante, privilegiando a posse de bola, e inaugurou o marcador logo aos 3 minutos, num lance individual do Pedro Teixeira. O União manteve a sua forma “cautelosa” de jogar e éramos nós quem procurava com mais consistência o 2º golo. No entanto, à passagem do minuto 10, o União empatou o jogo na conversão de um livre bem trabalhado. A equipa abalou um pouco e nos minutos seguintes o nosso adversário apareceu mais no jogo, equilibrando a partida. Com o passar dos minutos os níveis de confiança foram repostos e acabámos a 1ª parte no meio campo adversário, com uma circulação de bola de nível elevado, criando desequilíbrios, e com uma qualidade de passe que não permitia ao nosso adversário recuperar a bola para sair em contra-ataque. A segunda parte começou com o jogo mais equilibrado. Aos 5 minutos o União aproveitou uma falha nossa (uma substituição mal efectuada numa fora junto à nossa área) para criar um desequilíbrio e passar para a frente. Em vantagem no marcador, o nosso adversário fechou-se bem e, sempre que possível, explorava com perigo o contra-ataque. Mais pressionantes, os meus jogadores tentavam forçar o erro quando não tinham a bola e, quando a recuperavam, procuravam de forma organizada chegar ao empate. A chave para abrir o cofre foi um canto estudado, executado na perfeição por todos os jogadores que se encontravam em campo, e superiormente concluído pelo capitão Ardidas. Com sete minutos para jogar acelerámos o jogo, os meus jogadores procuravam transições mais rápidas e o jogo tornou-se mais aberto. Nessa fase, ambas as equipas poderiam ter marcado por diversas ocasiões. Iam valendo os guarda-redes que adiavam sucessivamente a alteração do resultado, com excelentes intervenções. Fomos mais felizes, marcámos num desses lances de parada e resposta, através do Tomé, muito bem assistido pelo Madeira. Faltavam 4 minutos para o final da partida, o União ainda procurou chegar ao empate mas os meus jogadores souberam gerir o tempo com confiança e seguraram uma vitória que me pareceu justa, pelo que as duas equipas fizeram nos 40 minutos, mas que também poderia ter caído para o lado do nosso adversário.

Cinco inicial: Sérgio (GR), Ardidas (Cap.), Filipe Sousa, Pedro Teixeira e Catorze.
Suplentes: Afonso (GR), João Teixeira, Tomé, André Madeira, Búzio, João Amado e Paulo Rodrigues.
Marcadores: Pedro Teixeira, Ardidas e Tomé.
Assistências para golo: André Madeira.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Domus Nostra 1 CF Santa Clara 1

Jogo que dominámos quase por completo mas onde, mais uma vez, não transformámos a nossa supremacia em golos. Depois de inaugurar o marcador aos 11 minutos de jogo através de um lance estudado, tivemos diversas oportunidades para chegar ao 2-0, desperdiçando inclusive um livre de 10m. Na última jogada da 1ª parte sofremos o golo do empate num lance infeliz que terminou com um auto-golo. No inicio da 2ª metade não conseguimos marcar, o que nos levou a optar pela subida do 5º homem. No entanto, apesar das diversas ocasiões de golo para ambos os lados, o marcador não mais se alterou. O Domus Nostra segue em frente justificando a passagem à 2ª eliminatória essencialmente por aquilo que fez na 1ª mão.


Cinco inicial: Sérgio (GR), João Moura, Tomé, Luís Nuno e Búzio.
Suplentes: Afonso (GR), Ardidas (Cap), Catorze, Pedro Teixeira, João Teixeira, Paulo Rodrigues e Rafael Teixeira.

Marcadores: Ardidas
Assistências para golo: João Teixeira

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Miro 4 - Santa Clara 4 (6ª Jornada)

Tratava-se de um jogo difícil num campo muito curto que acabámos por tornar ainda mais difícil ao concedermos dois golos de avanço ao nosso adversário, após duas perdas de bola em organização ofensiva. De facto, fomos por vezes precipitados no que respeita ao momento ideal para finalizar, e concedemos duas situações de transição ofensiva aproveitadas de forma exemplar pelo nosso adversário, com dois contra-ataques muito bem executados.
Se até ao momento o Miro defendia recuado, a partir daí ainda mais se fechou. No entanto, reduzimos para 2-1, a 10s do final da 1ª parte, na conversão de um livre à entrada da área. Na segunda parte foi necessária alguma paciência para abrir a defesa contrária, mas aos 6 minutos conseguimos o empate. Infelizmente para nós o Miro voltou a adiantar-se no marcador passados apenas 30 segundos, mais uma vez, aproveitando um erro da nossa equipa em organização ofensiva. Apesar de grande insistência ofensiva, foram necessários mais 8 minutos para voltarmos a empatar, o que sucedeu a 5 minutos do final da partida. Nessa altura, o Miro abriu um pouco mais a sua zona defensiva e criou alguns lances perigosos, mas fomos nós que desperdiçámos as melhores oportunidades de golo. As duas equipas atingiam já a 5ª falta e a cerca de 50 segundos do final da partida o experiente jogador do Miro, Sousa, conseguiu enganar o árbitro da partida “sacando” a 6ª falta à nossa equipa. Da conversão do livre de 10m resultou o 4-3 para a equipa da casa. Nos segundos que restavam subimos o 5º homem e conseguimos o golo da igualdade a 10s do fim, o que viria a ser um mal menor tendo em conta aquilo que as equipas produziram durante os 40 minutos de jogo. Terminámos o jogo com 41 remates à baliza adversária, o dobro do nosso adversário, que justificou o empate pelo seu empenho defensivo e pela sua eficácia ofensiva.


Cinco inicial: Sérgio (GR), André Madeira, Ardidas (Cap), Paulo Rodrigues e Rafael Teixeira.
Suplentes: Afonso (GR), Tomé, João Moura, Filipe Sousa, Pessoa, Búzio e João Teixeira.
Marcadores: André Madeira (2) e João Teixeira (2)
Assistências para golo: Búzio (2) e Rafael Teixeira